Em muitas empresas, viagens corporativas ainda são tratadas apenas como logística. Passagens, hotéis, deslocamentos. O problema é que, quando esse processo não é estruturado, ele se transforma rapidamente em um ponto crítico de risco operacional.
Custos fora de controle, decisões descentralizadas, falta de visibilidade sobre colaboradores em trânsito e ausência de dados confiáveis criam um cenário onde o risco não é exceção — é parte da rotina.
É nesse contexto que a tecnologia deixa de ser um apoio operacional e passa a ser um pilar estratégico da gestão de viagens corporativas.
O que são riscos operacionais em viagens corporativas?
Risco operacional em viagens não se resume a atrasos ou cancelamentos. Ele envolve uma combinação de fatores que impactam diretamente o negócio, como:
- gastos fora da política de viagens;
- compras realizadas sem negociação ou aprovação adequada;
- dificuldade de localizar e apoiar colaboradores em trânsito;
- falta de respostas rápidas em situações de emergência;
- decisões tomadas sem base em dados consolidados.
Quando esses riscos não são gerenciados, os impactos aparecem no orçamento, na segurança das pessoas, na produtividade e até na exposição jurídica da empresa.
Visibilidade em tempo real: o ponto de partida da gestão de risco
Não é possível reduzir riscos sem visibilidade. Empresas que não sabem exatamente quem está viajando, para onde, em quais condições e com qual custo operam no escuro.
A tecnologia centraliza essas informações em um único ambiente, permitindo que a gestão acompanhe as viagens em tempo real, identifique desvios e atue de forma preventiva. Com plataformas como a Kontrip, a empresa deixa de reagir a problemas e passa a antecipá-los.
Compliance automatizado reduz falhas e decisões improvisadas
Grande parte dos riscos operacionais surge da descentralização excessiva. Quando cada colaborador decide como, quando e onde comprar, a política de viagens perde força e vira apenas um documento formal.
A tecnologia automatiza o compliance ao aplicar regras de forma consistente:
- limites de valores;
- fornecedores homologados;
- prazos mínimos de antecedência;
- critérios claros para exceções.
Isso reduz erros humanos, conflitos internos e gastos desnecessários, sem comprometer a autonomia do viajante.
Duty of care na prática, não apenas no discurso
Cuidar das pessoas deixou de ser apenas uma boa prática — é uma responsabilidade legal e estratégica. O duty of care exige que a empresa saiba onde seus colaboradores estão e consiga agir rapidamente em situações críticas.
Com tecnologia, isso se traduz em:
- rastreabilidade de viagens;
- comunicação ágil em casos de imprevisto;
- suporte em cancelamentos, mudanças de rota ou emergências;
- registros claros de responsabilidade e ação.
Empresas que não têm esse controle assumem riscos que vão muito além do financeiro.
Dados transformam risco em decisão estratégica
Relatórios automáticos, dashboards e KPIs transformam viagens corporativas em uma fonte confiável de inteligência. A análise contínua permite:
- identificar padrões de risco;
- ajustar a política de viagens;
- melhorar negociações com fornecedores;
- reduzir exposições futuras.
A tecnologia transforma o risco invisível em informação acionável.
Tecnologia como base da maturidade em viagens corporativas
Reduzir riscos não é travar a operação. É torná-la mais inteligente, previsível e segura. A Kontrip conecta tecnologia, dados e política para que viagens corporativas deixem de ser um ponto frágil da operação e passem a ser um processo estratégico.



